Orçamentos e propostas
O orçamento que o cliente abre no celular e aceita ali
Você descreve o trabalho como descreveria pro cliente. O sistema monta o orçamento, você confere num formulário e envia um link. Do outro lado, uma proposta com a sua cara, não um PDF anexado.
Você conta o trabalho, e o rascunho aparece
O caminho normal de um orçamento aqui é conversa, não formulário. Você escreve ou dita algo como “casamento da Marina dia 23 de outubro, cerimônia no sítio em Nazaré, pré-wedding na semana anterior, 300 fotos tratadas, R$ 4.200 com 40% de sinal” e o assistente extrai cliente, data, local, etapas, entregas e valor pro rascunho.
Duas coisas que o sistema faz e que valem ser ditas com precisão, porque é onde a maioria das ferramentas de IA falha:
Quem decide se o orçamento está completo é código, não o modelo de IA
O assistente só extrai informação. Um checklist determinístico verifica o que falta, e é ele que libera a revisão. Isso existe porque o modelo dizia "já tenho o essencial, revise na tela seguinte" com o essencial incompleto, e o fotógrafo ficava preso na conversa achando que tinha terminado.
A IA nunca cria o orçamento sozinha
Ela entrega um rascunho pro formulário que você já conhece. Nada é enviado ao cliente sem você ler, e cada campo continua editável.
Data sem hora fica marcada como hora não informada
Dizer "dia 23 de outubro" sem falar de horário não faz a proposta anunciar "00:00 às 02:00" pro seu cliente. O sistema cobra o horário em três lugares, e nunca bloqueia você por causa disso.
Prefere digitar tudo à mão? O formulário completo continua lá
Um toque em "Prefiro preencher manualmente" abre o orçamento inteiro em campos, sem passar por conversa nenhuma.
A revisão é a própria proposta
A tela onde você confere o orçamento é alimentada pelo mesmo conteúdo da página que o cliente vai ver. Não existe “prévia aproximada”: o que você lê na revisão é o que sai. Cada valor é um campo rotulado e editável desde o primeiro toque, o que resolve o problema antigo de precisar adivinhar onde clicar pra corrigir um número no celular.
Várias opções de pacote na mesma proposta
Em vez de mandar três orçamentos e perder o controle de qual está valendo, você oferece as opções dentro de uma proposta só. O cliente compara e escolhe uma, e a escolhida passa a ser o valor fechado: itens, total e estrutura do trabalho viram os do orçamento, e o contrato nasce daquele número.
Adicionais com preço somam no total no momento em que o cliente marca, e o contrato já nasce com eles inclusos. Adicional sem preço continua sendo só interesse registrado, pra você conversar depois.
Escolher é aceitar. Não existe estado intermediário onde o cliente “selecionou mas não confirmou”, porque esse estado só serve pra gerar mal-entendido sobre o que foi combinado.
A proposta é sua, não nossa
Suas cores e sua capa
A proposta usa a cor que você escolheu no perfil, inclusive nos botões de ação. Se você não configurou nada, ela usa uma capa padrão do sistema, nunca um espaço em branco.
Escrita em linguagem de gente
Uma seção explica o trabalho em texto corrido, antes dos números, para o cliente entender o conjunto sem precisar abrir cada etapa e montar de cabeça.
Ordem pensada para decisão
Entender o que vai acontecer, ver o que recebe e quanto custa, decidir. Nessa ordem, e não a de um orçamento de oficina.
Parcelamento sem invenção
O valor da parcela só aparece quando você informou ou quando o total divide exato. O sistema não arredonda para você descobrir a diferença depois.
O que acontece depois do aceite
Orçamento aceito gera o contrato com os dados já preenchidos, e o contrato assinado gera o trabalho na agenda e as parcelas no financeiro. Se houver sinal, a confirmação do sinal é o que promove o projeto: nada fica esperando você lembrar de copiar informação de uma tela pra outra.
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